Esse é um padrão que se repete. A clínica sente que está perdendo paciente. A conclusão óbvia é que precisa de mais gente chegando. Contrata uma agência, investe em tráfego pago, o Instagram começa a performar. Os contatos aumentam.
E aí acontece algo que ninguém esperava.
O problema de conversão não melhora. Em muitos casos, piora.
A equipe, que antes atendia 50 contatos por mês, agora precisa dar conta de 90. Com o mesmo número de pessoas, o mesmo processo, a mesma estrutura. O volume de mensagens sem resposta aumenta. O tempo médio de retorno piora. A taxa de conversão, que já era baixa, cai ainda mais.
A clínica está gastando mais para perder mais. O diagnóstico estava errado, então a solução também ficou errada.
O funil com furo não se resolve com mais água. Se resolve consertando o furo.
Existe uma lógica simples que a maioria das clínicas ignora: se você converte 20% dos contatos hoje, trazer mais contatos multiplica a ineficiência. Você vai converter 20% de um volume maior, gastar mais para adquirir esse volume, e deixar os mesmos 80% ir embora.
Isso não significa que marketing não tem valor. Tem. Mas ele pressupõe que o destino dos contatos está preparado para recebê-los. A mesma campanha que gera 100 contatos por mês para uma estrutura com 20% de conversão entrega 20 pacientes. Direcionada para uma estrutura com 35% de conversão, entrega 35. Sem mudar uma linha do criativo, sem aumentar o orçamento.
A variável que mais impacta resultado não está no topo do processo. Está no meio, onde o interesse vira agendamento. Ou não vira.
Antes de perguntar "como faço para chegar em mais pessoas?", vale perguntar "o que está acontecendo com as pessoas que já estão chegando?"
Se a resposta for "não sei exatamente", você encontrou o problema certo. E o problema certo tem solução.
Antes de investir mais em mídia, verifique isso.
7 pontos que precisam estar ajustados antes de escalar qualquer investimento em tráfego.
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